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Coaprendizado pela rede

Busuu é uma comunidade online voltada para o aprendizado de uma língua adicional,. De maneira interativa e mais importante, cooperativa, os usuários têm a oportunidade de aprender diversos idiomas.

Adrian e Bernard, os criadores,se deram conta que o aprendizado de outro idioma torna-se difícil para varias pessoas por questões de disponibilidade de tempo ou dinheiro - além do fato de que muitos dos métodos de ensino são cansativos e extensos. Com a plataforma, é possível estudar no horário e no ritmo mais cômodos.

No Busuu, você aprende com falantes nativos enquanto ajuda a outras pessoas com o seu próprio idioma. Além de ter vários materiais e exercícios fornecidos de graça.

O ideal do Busuu é contribuir com a diversidade de línguas do mundo, assim, além das ferramentas de aprendizado, eles publicam notícias, estudos, eventos relativos à linguagem em um blog.


 Em 2008 ele foi selecionado como um dos projetos oficiais da UNESCO, e no ano seguinte, nomeado para vários prêmios.

Outra opção, ainda nessa onda de coaprendizado, é o livemosha, que funciona de forma bastante similar, trabalhando também com crowdsourcing, e priorizando a capacidade dos usuários de se motivarem entre si por um objetivo comum.

Postado por: giancarlojung

    • #ensino
    • #aprendizagem
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    • #idiomas
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  • 8 months ago
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Economia Criativa - Priorizando pessoas.

Então, recentemente divulgamos no Twitter da Engage uma reportagem sobre economia criativa. Trata-se de uma nova modalidade de investimentos que procura valorizar o talento individual das pessoas para criar novas fontes de renda e cultura; idealizada pelo inglês John Howkins, nela, o capital intelectual produz novas formas de pensar a indústria, as cidades, as escolas e o próprio contato do povo com a sua cultura e com a natureza. Um posicionamento claro de onde estão as pessoas e do que elas necessitam é fundamental para pensar novas soluções para os problemas cotidianos, a partir disso, todos juntos podem melhorar a situação da sociedade.

Na Inglaterra, o programa do Conselho de Economia Criativa (British Council’s Creative Economy programme) coordena pessoas e recursos para que as industrias criativas - indústrias que adaptaram sua produção a essa nova modalidade do mercado - do Reino Unido e de diversos outros lugares trabalhem em conjunto. Assim, os investimentos em cultura, que na Inglaterra superam 50%, principalmente na área musical, são voltados à maioria da população. Um exemplo legal disso são os estúdios colaborativos e as diversas atividades realizadas nas faculdades, com incentivo empresarial e governamental, voltados para a sociedade. Além disso, é possível realizar empréstimos para ideias criativas, projetos direcionados para a valorização da cultura e engajamento social.

No Brasil, recentemente foi aberta a Secretaria da Economia Criativa (SEC), uma secretaria subordinada ao ministério da cultura. O primeiro projeto - que já começou em Recife, e será estendido também a Pernambuco, Goiás, Acre, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul - tem como objetivo criar centros de incentivo à cultura. Chamados Criativos Birôs, inicialmente ajudarão a restaurar centros históricos e a valorizar o capital cultural da região; a nova secretária, Claudia Leitão, define o Birô como:

“Uma casa do empreendedor criativo brasileiro, onde ele terá assessoria para elaborar modelos de negócios, planos de comunicação e distribuição, além de consultorias jurídicas, linhas de crédito, birô de exportação e formações específicas.”


Falando em engajamento, estamos chegando perto da data do Fórum Mundial de Criatividade, que ocorrerá no Rio de Janeiro no final de 2012. Nele, empresas que já estão inseridas no contexto de crowdsourcing e valorização do capital cultural poderão trocar experiências, ideias e formar parcerias. A partir disso, podemos enxergar um grande potencial para mudar o atual quadro de investimentos no Brasil - melhorias na cultura e em outros setores igualmente precários, como educação, saúde e meio ambiente.

Postado por: giancarlojung

    • #crowdsourcing
    • #economia criativa
    • #cultura
    • #economia
  • 8 months ago
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“Juntos podemos mudar o mundo”

Essa é a proposta do ARG (augmented reality game ou jogo de realidade aumentada) Beehave.


Afirmando que muito da poluição mundial se dá através das pequenas ações insustentáveis de milhares de pessoas mundo afora, o jogo permite que você adote novas atividades sustentáveis diariamente.


Mudar o mundo através de pequenas ações como apagar a luz após deixar um aposento; reaproveitar a água não utilizada pelos pets para regar as plantas ou desligar aparelhos eletrônicos, como roteadores wi-fi durante a madrugada, quando não usados, são algumas das atividades que podemos nos comprometer. Poupando o planeta e o nosso bolso muitas vezes.

O jogo, após um rápido login, permite que você selecione quais atividades que possuem menor impacto no meio ambiente que já são realizadas e quais pretende adotar. Após definir as atividades, basta marcar quais realizou para poder ter um feedback de quanto CO2 deixou de ser emitido, quantos litros de água ou eletricidade foram poupados. A visualização destes dados são apresentadas no seu perfil para que possa verificar quão importante são suas atividades para o planeta.

Além da visualização individual dos dados, você pode ver o resultado das economias estimadas do seus amigos e também de todos os usuários do Beehave que se comprometeram com um comportamento mais sustentável.

Além disso, quanto mais você poupa o planeta através das suas atividades mais você começa a ser reconhecido através de medalhas públicas - permitindo que todos possam ver que você tem se esforçado por um comportamento mais sustentável.

Por último, mas não menos importante, você ganha favoS ao atingir algumas metas! Os favoS são a moeda do Beehave. Essa última parte ainda não está implementada, pois o Beehave ainda está em fase beta, ou seja, desenvolvimento, mas no futuro, será possível trocar favoS por prémios de verdade.

Se alguém mais tiver qualquer notícia de life hacking games pode nos enviar what@engage.is ou postar aqui em baixo nos comentários.

Por Felipe Benites Cabral

@felipebcabral

Postado por: giancarlojung

    • #beehave
    • #meio ambiente
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    • #game
    • #crowdsourcing
  • 8 months ago
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Corruption Tracker – denuncie corrupção no mundo inteiro.

 
“Você acha corrupção, nós contamos ao mundo!” - esse é o slogan do recém saído do forno Corruption Tracker, um aplicativo feito para denunciar corrupção.




A ideia é simples: Algum caso novo de corrupção denunciado? Marque no mapa! 

Eles perceberam que muitas vezes quando você se vê em frente a casos de irregularidades, suborno ou crimes desse tipo no governo não tem uma ferramenta ágil para fazer algo a respeito. Nós brasileiros estamos bastante familiarizados com a esse tipo de situação.


Infelizmente também, percebo que cada vez mais o brasileiro se acostuma à corrupção do seu governo, o que nos coloca cada vez mais no quadro do “o que fazer?”. Iniciativas existem, a “Marcha Contra a Corrupção” reuniu cerca de 25 mil pessoas via Facebook em Brasília. Movimentos assim, organizados por redes sociais, são comuns, mas geralmente não atingem tantas pessoas e não têm tanto impacto posterior. Outras alternativas são recorrer ao Ministério Público, aos abaixo-assinados, greves, e manifestações - meios reconhecidos como burocráticos e demorados.

 

A nova startup trabalha de três formas:

- Através de crowdsourcing.

- Através de especialistas regionais voluntários;

- E de inteligência artificial, que mapeará casos de corrupção utilizando tecnologias como o Transparency International e o IPaidaBribe – ainda em fase de desenvolvimento;

 

Ao realizar o cadastro, você seleciona sua região e pode ficar informado sobre a política local. Será possível fazer denúncias via SMS, smartphones ou diretamente pelo site, e a há ainda integração com diversas redes sociais. 

A aplicação possui muito potencial para ser uma das maiores informadoras sobre política da internet. Como o Avaaz, ferramenta já existente que ajuda a coordenar pessoas pelo mundo para defender a democracia em ações globais e regionais.

Iniciativas assim, podem contribuir muito para desenvolvimento da sociedade, na medida que é uma fiscalização da política feita pela própria gente – e não por órgãos externos desvinculados do povo. Afinal, boa parte dos recursos financeiros, que poderiam ser aplicados para melhorar as indústrias, o comércio, o sistema de saúde, por exemplo, são desviados e gastos pelos governantes.   

Postado por: giancarlojung

    • #corruption tracker
    • #corrupção
    • #governo
    • #crowdsourcing
  • 8 months ago
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Práticas de E-gov: We the People.

Por enquanto, o governo dos Estados Unidos tem se mostrado muito habilidoso ao lidar com novas mídias. Lembrando sempre da campanha que levou Obama ao poder, e toda a presença digital muito bem trabalhada pela sua equipe.
 
Nesse cenário, uma série de iniciativas que usam o poder da internet, e o crowdsourcing, vem aparecendo por ai - todas com o nobre objetivo de aproximar a população do governo.
 
Semana passada, foi anunciado o We the People:



O projeto consiste num site de petições online, criadas pelas próprias pessoas, que podem utilizar funcionalidades do site para divulgar e conseguir as assinaturas. Por enquanto, nada muito inovador.

A grande diferença dessa vez é que as petições com maior número de votos serão analisadas por pessoas de dentro da Casa Branca, que por sua vez repassarão aos órgãos responsáveis pelo tipo de pedido feito no abaixo-assinado. O ciclo se encerra com um pronunciamento e  posicionamento oficial do governo a respeito do assunto.

A proposta é interessante, principalmente porque acaba com a incerteza sobre a entrega da mensagem a alguém que possa realmente fazer algo a respeito. E não cai no mar de incerteza que os abaixo-assinados levantados na web entram.

Essa conexão direta com o governo pode ser a solução, e abrir novos caminhos para o engajamento dos cidadãos. Vale a pena ficar de olho e acompanhar os resultados.

Postado por: barbaracones

    • #crowdsourcing
    • #e-gov
    • #petitions
    • #usa
  • 8 months ago
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